{"id":12550,"date":"2019-07-24T07:30:42","date_gmt":"2019-07-24T10:30:42","guid":{"rendered":"https:\/\/comunique-se.com.br\/blog\/?p=12550"},"modified":"2019-12-27T21:02:15","modified_gmt":"2019-12-28T00:02:15","slug":"anvisa-arte-de-falar-facil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/comunique-se.com.br\/blog\/anvisa-arte-de-falar-facil\/","title":{"rendered":"Anvisa: a arte de falar f\u00e1cil"},"content":{"rendered":"<p>Isabel Raupp Pimentel acumula a experi\u00eancia de rep\u00f3rter de emissoras de peso, como Rede Globo e R\u00e1dio Bandeirantes. H\u00e1 alguns anos, tem se dedicado \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o corporativa. Hoje, ocupa o cargo de assessora-chefe da Anvisa, onde sua miss\u00e3o \u00e9 falar para um p\u00fablico t\u00e3o vasto e heterog\u00eaneo quanto a pr\u00f3pria popula\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>Na edi\u00e7\u00e3o #134 do Podcast-se, que voc\u00ea ouve abaixo ou via <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/show\/7mDRWvW5bFy5IXHC7SQXg5\">Spotify<\/a>, conversei com Isabel sobre aquele velho e duro desafio de comunica\u00e7\u00e3o: traduzir a linguagem t\u00e9cnica de institui\u00e7\u00f5es gigantescas para uma linguagem acess\u00edvel para as pessoas.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/widget.spreaker.com\/player?episode_id=18562430&amp;theme=light&amp;playlist=false&amp;playlist-continuous=false&amp;autoplay=false&amp;live-autoplay=false&amp;chapters-image=false&amp;episode_image_position=right&amp;hide-logo=true&amp;hide-likes=true&amp;hide-comments=true&amp;hide-sharing=false&amp;hide-download=true\" width=\"100%\" height=\"130px\" frameborder=\"0\"><\/iframe><\/p>\n<p>A seguir, o que voc\u00ea l\u00ea \u00e9 um resum\u00e3o do bate-papo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: bold; margin: 30px 0 30px 0;\">Cassio Politi: Trazer a comunica\u00e7\u00e3o do mundo mais t\u00e9cnico para a comunica\u00e7\u00e3o com as pessoas comuns \u00e9 sempre um desafio. Sei que a pergunta \u00e9 ampla, mas como \u00e9 isso no seu dia a dia, Isabel?<\/p>\n<p><b>Isabel Raupp Pimentel:<\/b><i> Olha, \u00e9 amplo como a pergunta que voc\u00ea fez. Quem \u00e9 t\u00e9cnico de sa\u00fade e trabalha nesse setor acaba criando seu pr\u00f3prio mundinho e, com isso, vem a sua pr\u00f3pria linguagem. A gente hoje tem quase que um outro portugu\u00eas quando come\u00e7a a falar dentro de hospitais, de ag\u00eancias, de secretarias estaduais. S\u00e3o siglas e termos t\u00e9cnicos. Eu trabalhei com comunica\u00e7\u00e3o muitos anos. Cheguei de fora desse mundo e disse: \u201cBom&#8230; para quem est\u00e1 precisando de um determinado servi\u00e7o de sa\u00fade \u2014 ou quem precisa de informa\u00e7\u00e3o \u2014, essa linguagem n\u00e3o quer dizer nada.\u201d<\/i><\/p>\n<p>A\u00ed come\u00e7am os desafios. Antes de pensar na pessoa que vai chegar ao hospital, eu tenho que conversar com o profissional de sa\u00fade e dizer \u201colha, cara, essa sua linguagem t\u00e9cnica tem de mudar\u201d. S\u00f3 depois de trabalhar com esse profissional e mostrar a ele que essa linguagem n\u00e3o est\u00e1 atingindo o p\u00fablico, \u00e9 que eu vou conseguir me comunicar.<\/p>\n<p style=\"font-weight: bold; margin: 30px 0 30px 0;\">Cassio Politi: Quando os profissionais que falam em nome da Anvisa se comunicam de maneira excessivamente t\u00e9cnica, eles acabam transmitindo uma imagem negativa da pr\u00f3pria institui\u00e7\u00e3o. \u00c9 correto afirmar isso ou estou falando bobagem?<\/p>\n<p><b>Isabel Raupp Pimentel:<\/b><i> N\u00e3o, n\u00e3o est\u00e1, n\u00e3o. \u00c9 que por muito tempo a gente lidou com uma comunica\u00e7\u00e3o em que talvez fosse positivo falar de uma forma dif\u00edcil, t\u00e9cnica, at\u00e9 pra mostrar a import\u00e2ncia da institui\u00e7\u00e3o. Hoje, com a comunica\u00e7\u00e3o direta e com as m\u00eddias sociais, voc\u00ea tende a ter uma comunica\u00e7\u00e3o mais f\u00e1cil, uma comunica\u00e7\u00e3o que todos entendam.<\/i><\/p>\n<p>Por exemplo, aqui dentro, h\u00e1 um trabalho de dia a dia, que consiste em chegar para os t\u00e9cnicos e dizer \u201colha, a gente est\u00e1 interditando um lote de vacinas e precisa explicar isso para quem toma essa vacina\u201d. N\u00e3o d\u00e1 para esperar que o jornalista venha aqui porque ele provavelmente vai publicar essa informa\u00e7\u00e3o j\u00e1 criticando a Anvisa. Precisamos usar a comunica\u00e7\u00e3o direta e explicar por que o medicamento est\u00e1 interditado.<\/p>\n<p>A gente trabalha a comunica\u00e7\u00e3o por qualquer m\u00eddia pensando no p\u00fablico. Sempre me pergunto: \u201cestou querendo falar com quem?\u201d. Se eu continuar com uma linguagem dif\u00edcil, e aquela pessoa que est\u00e1 a caminho da farm\u00e1cia n\u00e3o tiver uma informa\u00e7\u00e3o clara nas nossas m\u00eddias sociais, eu n\u00e3o estarei comunicando. Eu ficarei na depend\u00eancia de um jornalista, que tamb\u00e9m precisa entender o meu processo de trabalho, e que talvez n\u00e3o consiga \u2014 ou n\u00e3o v\u00e1 dar \u2014 a informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"font-weight: bold; margin: 30px 0 30px 0;\">Cassio Politi: Voc\u00ea falou de o jornalista entender o que a Anvisa fala. S\u00f3 que o jornalista \u00e9 cada vez menos especializado em sa\u00fade. Voc\u00ea diferencia os jornalistas? Do tipo: tal rep\u00f3rter \u00e9 um cara que estudou e \u00e9 especializado em sa\u00fade. Ok, talvez ele represente 1% do todo, mas com ele eu vou falar de uma forma. Para os outros 99%, o material precisa ser mais mastigado. Isso acontece?<\/p>\n<p><b>Isabel Raupp Pimentel:<\/b><i> Ajuda muito a minha experi\u00eancia como rep\u00f3rter. E \u00e9 assim mesmo. \u00c9 mais ou menos o que voc\u00ea est\u00e1 dizendo. Um por cento \u00e9 aquele rep\u00f3rter que acompanha quase que diariamente as nossas a\u00e7\u00f5es aqui, na Anvisa, e que j\u00e1 entende um pouco de como \u00e9 o processo de trabalho. Agora a maioria n\u00e3o vai ter tempo de exclusivamente trabalhar com a gente.<\/i><\/p>\n<p>Ent\u00e3o, logo que cheguei, me preocupei com isso pensando em atingir todos os p\u00fablicos que s\u00e3o importantes para mim. Reorganizei a assessoria, colocando como um dos itens da coordena\u00e7\u00e3o de imprensa justamente a melhoria do relacionamento com o jornalista. Sempre que n\u00f3s tivermos assuntos complicados \u2014 o que acontece praticamente todo dia aqui \u2014, antes de dar entrevista ou liberar a informa\u00e7\u00e3o, a gente chama os jornalistas para um caf\u00e9 ou briefing.<\/p>\n<p>Normalmente, a gente abre as portas da Anvisa, mostra o processo de trabalho e d\u00e1 informa\u00e7\u00e3o privilegiada a eles. Ent\u00e3o, a gente combina um embargo e coloca o t\u00e9cnico junto com eles. \u00c9 meio que uma mesa redonda sobre aquele assunto. A gente tem tido resultados muito positivos. O objetivo n\u00e3o \u00e9 direcionar a mat\u00e9ria do colega, n\u00e3o. A gente quer que ele escreva com propriedade porque \u00e9 muito dif\u00edcil acompanhar uma reuni\u00e3o da diretoria colegiada aqui.<\/p>\n<p>N\u00f3s sabemos que o dia a dia de um rep\u00f3rter \u00e9 muito corrido. Numa \u00e1rea t\u00e9cnica como a vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria, a gente tem mais \u00e9 que facilitar a vida do colega. Eu ganho com isso. Eu ganho a informa\u00e7\u00e3o correta e ganho tamb\u00e9m aquela mat\u00e9ria explicando para que, afinal, a Anvisa existe.<\/p>\n<p style=\"font-weight: bold; margin: 30px 0 30px 0;\">Cassio Politi: Claro, \u00e9 prestar esse servi\u00e7o ao jornalista, especialmente agora, quando as reda\u00e7\u00f5es est\u00e3o mais enxutas e o jornalista anda cobrindo de tudo. Ele sai da Anvisa e vai cobrir talvez um minist\u00e9rio de uma \u00e1rea completamente diferente da sa\u00fade no dia seguinte. Ou, \u00e0s vezes, no mesmo dia.<\/p>\n<p><b>Isabel Raupp Pimentel:<\/b><i> Exatamente.<\/i><\/p>\n<p style=\"font-weight: bold; margin: 30px 0 30px 0;\">Cassio Politi: Voc\u00ea disse que abre as portas da Anvisa para o jornalista e o coloca em contato com o t\u00e9cnico. Por isso mesmo, imagino que voc\u00ea tenha de preparar o t\u00e9cnico para essa rela\u00e7\u00e3o. Como isso \u00e9 feito?<\/p>\n<p><b>Isabel Raupp Pimentel:<\/b><i> Al\u00e9m da coordena\u00e7\u00e3o de imprensa, a gente criou a coordena\u00e7\u00e3o de comunica\u00e7\u00e3o interna. Um colega, que \u00e9 jornalista, faz reuni\u00e3o de pauta com v\u00e1rios t\u00e9cnicos. A Anvisa tem responsabilidade desde a qualidade da \u00e1gua que voc\u00ea toma de manh\u00e3 at\u00e9 o remedinho contra a press\u00e3o alta antes de dormir. Ent\u00e3o, veja quantos assuntos interessantes existem, quantas pautas maravilhosas saem daqui e s\u00e3o produzidas todos os dias.<\/i><\/p>\n<p>O grande problema da Anvisa era que, antes, a gente n\u00e3o pensava nessas pautas. A gente n\u00e3o abria as portas e dizia \u201colha, gente, n\u00f3s estamos produzindo coisa boa para a popula\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Como a gente sabe que est\u00e1 produzindo tudo isso se eu, como comunica\u00e7\u00e3o, n\u00e3o estou me relacionando bem com a minha institui\u00e7\u00e3o? Foi por isso que criei uma coordena\u00e7\u00e3o de comunica\u00e7\u00e3o interna, que faz reuni\u00f5es de pautas com os t\u00e9cnicos. A ideia \u00e9 pegar os projetos que eles est\u00e3o tocando \u2014 ou as decis\u00f5es que v\u00e3o sair \u2014 e tentar antecipar isso.<\/p>\n<p>Por exemplo, podem surgir pautas do tipo: \u201ctal lote de rem\u00e9dio contra press\u00e3o vai ser retirado de circula\u00e7\u00e3o porque est\u00e1 com problemas na sua composi\u00e7\u00e3o\u201d. Da\u00ed, ent\u00e3o, a nossa \u00e1rea t\u00e9cnica diz: \u201colha, n\u00f3s estamos preparando todos os pareceres, isso deve ser publicado no edital no dia tal\u201d.<\/p>\n<p>\u00d3timo, ent\u00e3o antecipamos essa conversa com a \u00e1rea t\u00e9cnica e extra\u00edmos todo o problema j\u00e1 dessa conversa. E fazemos o media training. Porque sabemos que esse assunto espec\u00edfico \u00e9 suficiente pra colocar a Anvisa em todos os jornais, TVs e r\u00e1dios. \u00c9 um assunto que vai interessar aos jornalistas. E precisamos nos antecipar.<\/p>\n<p style=\"font-weight: bold; margin: 30px 0 30px 0;\">Cassio Politi: Eu gostaria que voc\u00ea descrevesse como \u00e9 a estrutura da comunica\u00e7\u00e3o hoje da Anvisa.<\/p>\n<p><b>Isabel Raupp Pimentel:<\/b><i> Bom, quando eu entrei, h\u00e1 praticamente seis meses, a gente tinha uma comunica\u00e7\u00e3o muito vertical, ligada \u00e0 diretoria. E muito preocupada com a quest\u00e3o da diretoria mesmo, falando da a\u00e7\u00e3o dos diretores. Agora n\u00f3s temos uma comunica\u00e7\u00e3o bem horizontal.<\/i><\/p>\n<p>Trouxemos a \u00e1rea de eventos pra dentro da comunica\u00e7\u00e3o porque antes a Anvisa tinha eventos importantes todos os dias.<\/p>\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m a coordena\u00e7\u00e3o de imprensa, que n\u00e3o s\u00f3 atende de forma reativa, mas tamb\u00e9m chama os jornalistas para mostrar o que estamos fazendo, como expliquei.<\/p>\n<p>H\u00e1 a \u00e1rea de comunica\u00e7\u00e3o interna, que agora est\u00e1 em linha direta com os meus t\u00e9cnicos, com reuni\u00e3o de pautas e ajudando na prepara\u00e7\u00e3o com a imprensa.<\/p>\n<p>E h\u00e1 uma coordena\u00e7\u00e3o important\u00edssima, que \u00e9 a de conte\u00fado, produz tudo: desde material gr\u00e1fico, que a gente ainda usa porque ainda tem gente no Brasil que n\u00e3o tem acesso a internet, at\u00e9 filmetes para as redes sociais. Nessa coordena\u00e7\u00e3o, \u00e9 feito tamb\u00e9m monitoramento das m\u00eddias tradicionais e do portal. E nela est\u00e1 o INTRAVISA, que \u00e9 uma ferramenta important\u00edssima de comunica\u00e7\u00e3o interna.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma pessoa encarregada de se conectar o tempo todo com essas coordena\u00e7\u00f5es. \u00c9 uma esp\u00e9cie de chefe de reda\u00e7\u00e3o, que passa o tempo inteiro conversando com todas as coordena\u00e7\u00f5es. Anteriormente, um assunto pipocava na imprensa e o pessoal que produz conte\u00fado para as m\u00eddias sociais, por exemplo, n\u00e3o sabia direito o que estava acontecendo. Hoje n\u00e3o mais. Est\u00e1 tudo integrado. A gente at\u00e9 voltou a usar na reda\u00e7\u00e3o o quadro negro, a giz mesmo, onde fica a previs\u00e3o de pautas e a previs\u00e3o de eventos do dia seguinte.<\/p>\n<p>O ponto essencial \u00e9 a integra\u00e7\u00e3o. Esta \u00e9 a palavra que define hoje o nosso trabalho. A gente n\u00e3o faz s\u00f3 assessoria de imprensa. A gente est\u00e1 tentando mesmo mudar a cultura da Anvisa e atuar em todas as \u00e1reas. A gente conseguiu, inclusive, uma cadeira na parte de planejamento estrat\u00e9gico da Ag\u00eancia, e tamb\u00e9m cadeira nas reuni\u00f5es da ger\u00eancia de pessoal, que \u00e9 o famoso RH. Ou seja, a comunica\u00e7\u00e3o est\u00e1 em todo lado.<\/p>\n<p style=\"font-weight: bold; margin: 30px 0 30px 0;\">Cassio Politi: O que me impressiona sempre que eu converso com algu\u00e9m de uma institui\u00e7\u00e3o do porte da Anvisa, \u00e9 a amplid\u00e3o do trabalho. Porque voc\u00eas n\u00e3o t\u00eam p\u00fablico-alvo segmentado, definido. Ent\u00e3o, \u00e9 outro mundo, muito diferente do que vivenciam as empresas como aquelas com as quais eu costumo trabalhar. Vivo o inverso. A gente fica ali cavoucando at\u00e9 chegar \u00e0quele p\u00fablico bem espec\u00edfico, que \u00e9 um segmento \u2014 \u00e0s vezes, um nicho. A Anvisa \u00e9 um outro mundo. Isso me fascina porque quem \u00e9 o p\u00fablico da Anvisa? \u00c9 todo o mundo.<\/p>\n<p><b>Isabel Raupp Pimentel:<\/b><i> Sim, \u00e9 todo o mundo.<\/i><\/p>\n<p style=\"font-weight: bold; margin: 30px 0 30px 0;\">Cassio Politi: E isso \u00e9 fascinante porque da\u00ed \u00e9 que vem a amplid\u00e3o da estrutura imensa que voc\u00ea acabou de descrever, n\u00e3o \u00e9?<\/p>\n<p><b>Isabel Raupp Pimentel:<\/b><i> Sim, \u00e9 fascinante porque volta \u00e0 sua primeira pergunta: a gente est\u00e1 falando de sa\u00fade, n\u00e3o \u00e9? E como falar de sa\u00fade para tantos p\u00fablicos? A gente conversa com todos os n\u00edveis de governo: federal, estadual e municipal. A gente conversa com ind\u00fastria, com\u00e9rcio, produtos de sa\u00fade, consumidor, prestadores de servi\u00e7o. O importante \u00e9, na hora que vai fazer a sua pe\u00e7a de di\u00e1logo, voc\u00ea fazer essa pergunta \u201cn\u00f3s estamos falando para quem?\u201d Voc\u00ea tem de respeitar a linguagem e, sobretudo, respeitar o objetivo daquela comunica\u00e7\u00e3o.<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Isabel Raupp Pimentel acumula a experi\u00eancia de rep\u00f3rter de emissoras de peso, como Rede Globo e R\u00e1dio Bandeirantes. H\u00e1 alguns anos, tem se dedicado \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o corporativa. Hoje, ocupa o cargo de assessora-chefe da Anvisa, onde sua miss\u00e3o \u00e9 falar para um p\u00fablico t\u00e3o vasto e heterog\u00eaneo quanto a pr\u00f3pria popula\u00e7\u00e3o brasileira. 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